Brian Yorkey, criador de 13 Reasons Why, e Rebecca Hedrick, psiquiatra consultora na série, defenderam o seriado da Netflix de um recente estudo apontando a ligação entre a série e o aumento na taxa de suicídio nos EUA.
Em coluna no THR, os dois apontaram que “o impacto positivo da série foi observado em inúmeras pesquisas. Em um estudo, a maioria dos correspondentes que admitiu ter praticado bullying antes de assistir a primeira temporada disse que eles mudaram seu comportamento após a série”.
“Outro estudo apontou que assistir 13 Reasons Why deu a estudantes uma melhor compreensão do suicidio, mas que não gerou pensamentos ou comportamentos suicidas”, escreveram na coluna.
Os dois ainda apontaram que em 2018 a série ganhou um prêmio por encorajar conversas “entre pais, estudantes e defensores da saúde mental acerca da epidemia de suicidio, depressão e bullying em adolescentes”.
Além disso, apontaram que não houve aumento de suicídios depois da estreia da série e sim que a série gerou mais ligações para canais de ajuda, em outras palavras, a série teria incentivado as pessoas a procurarem ajuda.
Infelizmente, por experiência própria, posso dizer que há casos em que a série prejudicou os espectadores de forma bastante dramática.
Não há desculpa para a forma como a série retratou certos acontecimentos, como o suicídio de Hanna Baker, que não passa de um tutorial de suicídio, algo extremamente irresponsável.
As duas péssimas temporadas de Stranger Things estão disponíveis na Netflix.